terça-feira, 1 de março de 2011

“Em que consiste a pior das cobardias? Parecer-se cobarde perante os outros e manter a paz? Ou ser-se cobarde perante nós próprios e provocar a guerra?” 
 cit. Jean Giradoux


     Excelente frase para começar algo que já está acabado, ou como diríamos em anatomia: " já é residual como o ar que fica depois de expirarmos".(eu sei que foi uma analogia um bocado radical mas é a melhor maneira de descrever o estado)


      Começo por falar das  três piores coisas que me podem fazer: mentir, ignorar e "usar". São coisas horríveis e quem o faz não é de certo um ser humano, passa apenas por ser alguém que habita a Terra, mas que não faz por merecer. 
     Se essas pessoas andarem na rua e não interagirmos com elas, são-nos  pessoas indiferentes. Mau é quando os nossos caminhos se entrelaçam e daí surgem desilusões, aparentes mentiras e injustiças. Confiamos nessas pessoas e de repente nos fazem cair de lá de cima das nuvens, não das que estão mais altas, mas das intermédias. 
      Ao pensarmos em fazer alguma coisa a alguém, devemos primeiro pensar se gostávamos que nos fizessem a nós, se gostávamos de sofrer por coisas que nem percebemos, sem sequer termos alguma satisfação do que se está para ali a passar. 
     Aparentemente estaria tudo normal, até ao ponto em que caímos num poço de incertezas, de dúvidas e a nossa auto-estima diminui para um nível consideravelmente baixo.




     Eu sei muito bem que não devia "poluir" o meu Blog com estas coisas, mas escrever é uma maneira de  libertar aquilo que tenho cá dentro. 
     Este post já é um bocado tardio, pois já o devia ter sido escrito ontem,  tenho a certeza que aí sairia um post gigante, pois iria ter muito que dizer, visto estar "em cima do acontecimento". 


     Por mim nem tinha posto isto aqui, mas como a minha querida irmã Bifas insistiu para eu escrever algo sobre este estado com vista a finalizar esta etapa da minha vida, eu escrevi. 



Life won't wait my friend,
Sê Feliz que eu já sou (: 

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