“Em que consiste a pior das cobardias? Parecer-se cobarde perante os outros e manter a paz? Ou ser-se cobarde perante nós próprios e provocar a guerra?”
cit. Jean Giradoux
Excelente frase para começar algo que já está acabado, ou como diríamos em anatomia: " já é residual como o ar que fica depois de expirarmos".(eu sei que foi uma analogia um bocado radical mas é a melhor maneira de descrever o estado)
Começo por falar das três piores coisas que me podem fazer: mentir, ignorar e "usar". São coisas horríveis e quem o faz não é de certo um ser humano, passa apenas por ser alguém que habita a Terra, mas que não faz por merecer.
Se essas pessoas andarem na rua e não interagirmos com elas, são-nos pessoas indiferentes. Mau é quando os nossos caminhos se entrelaçam e daí surgem desilusões, aparentes mentiras e injustiças. Confiamos nessas pessoas e de repente nos fazem cair de lá de cima das nuvens, não das que estão mais altas, mas das intermédias.
Ao pensarmos em fazer alguma coisa a alguém, devemos primeiro pensar se gostávamos que nos fizessem a nós, se gostávamos de sofrer por coisas que nem percebemos, sem sequer termos alguma satisfação do que se está para ali a passar.
Aparentemente estaria tudo normal, até ao ponto em que caímos num poço de incertezas, de dúvidas e a nossa auto-estima diminui para um nível consideravelmente baixo.
Eu sei muito bem que não devia "poluir" o meu Blog com estas coisas, mas escrever é uma maneira de libertar aquilo que tenho cá dentro.
Este post já é um bocado tardio, pois já o devia ter sido escrito ontem, tenho a certeza que aí sairia um post gigante, pois iria ter muito que dizer, visto estar "em cima do acontecimento".
Por mim nem tinha posto isto aqui, mas como a minha querida irmã Bifas insistiu para eu escrever algo sobre este estado com vista a finalizar esta etapa da minha vida, eu escrevi.
Life won't wait my friend,
Sê Feliz que eu já sou (:
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