sábado, 20 de outubro de 2012

Peyton Sawyer | One tree hill


Vais fazer tanta falta que nem eu nem tu temos noção <3 p="p">

terça-feira, 16 de outubro de 2012

domingo, 14 de outubro de 2012

Too short






Desde que nasci e comecei a pensar por mim própria, mais me vou convencendo que esperamos demasiado tempo para fazer algo, pensamos que a resposta é o dia de amanhã, que é no futuro que vamos fazer as coisas que realmente queremos fazer no presente, presente esse que pouco ou nada dura.
Cada vez encontramos mais desculpas para não concretizar os planos que exijam mais esforço do que o normal, pensamos que é com o tempo que cativamos as pessoas, em vez de agirmos e demostrarmos quem realmente somos, pensamos que no futuro aquela pessoa nos vai pedir desculpa por coisas que nos fez no passado, e esse dia nunca chega, pensamos que é amanhã que vamos falar com aquele tal que nos cativou com o seu sorriso, e se não agimos, o amanhã nunca chega.  
Devemos nos lembrar do que nos magoa, não só quando nos sentimos sensíveis, mas sim quando estamos num bom dia, que é para olharmos para trás e sentirmo-nos orgulhosos de nós próprios por tudo o que passamos, porque momentos assim, só nos fortalecem, e  pode parecer o fim do mundo quando acontecem, mas acontecem por alguma razão, cabe-nos a nós tirar uma lição de cada momento da nossa vida.  
Consciencializarmo-nos que somos um milagre da natureza, do quanto é bom estar vivo, do quanto é bom pensarmos por nós próprios, conseguirmos ser independentes. 
Lembrarmo-nos daquelas pessoas que nos têm no seu coração, que por muito poucas que sejam, são verdadeiras e têm tanta consideração por nós como nós por elas, ou deveríamos ter, porque esses sim, são os essenciais.  

domingo, 23 de setembro de 2012


"So I guess the fortune teller's right
I should have seen just what was there
And not some Holy light
But you crawled beneath my veins
And now I don't care, I have no luck
I don't miss it all that much
There's just so many things
That I can't touch"



sexta-feira, 21 de setembro de 2012

sábado, 15 de setembro de 2012


"Será que tens um coração?"

"Um dia sonhei com um futuro brilhante. 
 (..)
  Era um mundo novo, um universo completamente paralelo aquele que eu estava habituada: andar de autocarro, comer todos os dias na cantina, falar com a minha mãe apenas ao telefone à noite, ir passear para o shopping preocupando-me apenas com a hora do autocarro para voltar para casa. Era tudo tão diferente, mas ao mesmo tempo tão assustador. 
Integrei-me posso dizer que facilmente, encontrei boas pessoas, e com o tempo consegui que nos tornássemos grandes amigos. 
Correu tudo dentro da normalidade, até chegar o primeiro "passeio", onde toda a minha forma anónima de ser, se desmoronou. Deixei de ser alguém novo para dar lugar a alguém que era gozado e perseguido pelos sítios mais comuns daquele tão novo mundo. Talvez pela minha aparência frágil e sensível, tornei-me num alvo perfeito para o divertimento daqueles que seriam os "machos alfa" da zona, fizeram a minha vida num inferno até que alguém os silenciou. Contudo, o boato continuou entre eles, vindo daquela primeira visita de estudo, em que alguém resolveu inventar uma mentira e espalhar por todos. Como se lembraram de mim? Não sei, sei que nunca mais entrei naquela escola tão à vontade quanto entrava quando mal a conhecia, quando me podia sentar nos bancos exteriores sem ser olhada de lado, podia andar livremente sem ouvir sem querer os sussuros de quem acredita nos "grandões". 
Pensei em desaparecer várias vezes, em pôr fim à minha vida, porque aqulio era insustentável. Ninguém podia entrar naquelas mentes e dizer: "Estão a cometer um erro terrível, por favor parem!". Não adiantava as conversas que as minhas amigas tentavam ter com eles, porque eles é que sabiam. Queriam tornar aquilo tão verdadeiro, que conseguiram o que queriam: fazer com que eu tivesse MEDO de estar no mesmo espaço que eles, fazer-me ficar o intervalo na sala quase até ao fim do ano, impedir que eu andasse livremente naquele espaço. 
Tal como disse anteriormente, alguém os silenciou, mas não os castigaram o suficiente para eles terem consciência daquilo que fizeram, e tentarem concertar o que causaram. 
O ano continuou, eles silenciosos, eu a recuperar a confiança em mim própria, a tentar afastar o medo de andar naqueles corredores. Todo este silêncio não durou muito, pois no inicio do 2ºano um dos masters boys, lembrou-se de voltar a colocar-me num inferno. Foi apenas uma tentativa, pois o resto do 2ºano naquele espaço, permaneceu silencioso. 
Actualmente "os chefes da cobardia", andam por ai à solta, nas suas universidades, esforço-me sinceramente por não me cruzar com eles na rua.
Depois de tudo isto, nunca mais fui capaz de me rir por alguém usar uma roupa ou um cabelo mais extravagante, por ter um sotaque camponês, nem por nada contendo a aparência ou a maneira de ser da pessoa. Porque um dia, essa pessoa fui eu. 
Não estou agradecida aqueles meninos que me fizeram a vida num inferno, mas estou agradecida a quem me ajudou a ultrapassar tudo isto, a quem me ajudou a transformar todo esta etapa da minha vida numa lição para a vida, algo que estou orgulhosa de acrescentar aos meus princípios que é: não faças aos outros o que não queres que te façam a ti! "



Alice  

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Dia 50 - Alguém por quem arriscarias a tua vida


Penso que as parecenças físicas são evidentes :)