
Harry Potter, o meu ídolo da magia desde que ainda existiam as cassetes e os reprodutores e gravadores de vídeo. Vi o primeiro filme quando ainda estava no 5º ano do ciclo, fizeram tanta propaganda a esta Saga antes de sair, que eu obriguei os meus irmãos a irem comigo ao cinema nas ferias do Natal para vermos o Harry Potter. Ainda não sabia o que de lá ia sair, mas foi algo espectacular, e só desejava que saísse em cassete, para o poder ter nas minhas mãos, ser só meu e ver sempre que quisesse. Mal saiu em cassete, supliquei à minha mãe para ser das primeiras a comprar, e depois quando finalmente a tive nas mãos, vi vezes sem conta, qualquer desculpa era aceitável para ver o "Harry Potter e a Pedra Filosofal".
Passado uns anos, li numa revista que o Daniel Radcliffe nasceu no mesmo dia que eu, mas em anos diferentes, senti-me realizada, escrevi-lhe cartas para ele supostamente receber no dia do seu aniversário, fazia colecção de imagens e entrevistas deste meu ídolo.
Quanto a Emma Watson e a Rupert Grint, sempre pensei que entre eles havia qualquer coisa mais que amizade, e é muito bom de se ver que as minhas expectativas se confirmam, pelo menos até agora.
É de notar também uma evolução na fantasia e no mistério, permitindo a quem vê, pensar mais sobre o que pode acontecer futuramente.
Este trio acompanhou-me durante 10 anos da minha vida, foi algo marcante.
Agora que está a acabar, eu apenas penso: "Um dia mais tarde tenho mesmo de mostrar esta Saga aos meus filhos, sejam tecnológicos o quanto quiserem, mas têm de ver como era "antigamente" ".
