quinta-feira, 1 de outubro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
Uma vergonha como seres humanos !
Na Dinamarca , país muito bem conhecido devido às suas culturas , acontecem coisas como esta, Golfinhos Calderon ao darem à costa à espera de interagirem com os Humanos , à espera de carinho de amizade são violentamente mortos sem dó nem piadade.
Sendo talvez os Golfinhos a espécie do reio animal mais dócil , mais inteligente , mais protectora e poderia dizer a mais racional .
"Ao darem à costa deparam-se com tal fatalidade , o mar fica tingido de vermelho devido à quantidade de Golfinhos que são mortos , isto acontece ano após ano na Ilha Feroe na Dinamarca.
Neste massacre participam principalmente jovens. Por que? Para demonstrar que estes mesmo jovens já chegaram a uma idade adulta, estão maduros.
Em tal celebração, nada falta para a diversão.
TODOS PARTICIPAM DE UMA MANEIRA OU DE OUTRA,
matando ou vendo a crueldade “apoiando-a como espectador”.
Cabe mencionar que o golfinho calderon, como quase todas as outras espécies de golfinhos, se aproxima do homem unicamente para interagir e brincar em gesto de pura amizade.
Eles não morrem instantaneamente, são cortados uma ou duas vezes com ganchos grossos. Nesse momento os golfinhos produzem um som estridente bem parecido ao choro de um recém-nascido.
Mas sofre e não há compaixão até que este dócil ser, se sangrar lentamente e sofra com feridas enormes até perder a consciência e morrer no seu próprio sangue. Finalmente estes heróis da ilha, agora são adultos racionais e direitos, já demonstraram sua maturidade." (Email recebido)
Sendo talvez os Golfinhos a espécie do reio animal mais dócil , mais inteligente , mais protectora e poderia dizer a mais racional .
"Ao darem à costa deparam-se com tal fatalidade , o mar fica tingido de vermelho devido à quantidade de Golfinhos que são mortos , isto acontece ano após ano na Ilha Feroe na Dinamarca.
Neste massacre participam principalmente jovens. Por que? Para demonstrar que estes mesmo jovens já chegaram a uma idade adulta, estão maduros.
Em tal celebração, nada falta para a diversão.
TODOS PARTICIPAM DE UMA MANEIRA OU DE OUTRA,
matando ou vendo a crueldade “apoiando-a como espectador”.
Cabe mencionar que o golfinho calderon, como quase todas as outras espécies de golfinhos, se aproxima do homem unicamente para interagir e brincar em gesto de pura amizade.
Eles não morrem instantaneamente, são cortados uma ou duas vezes com ganchos grossos. Nesse momento os golfinhos produzem um som estridente bem parecido ao choro de um recém-nascido.
Mas sofre e não há compaixão até que este dócil ser, se sangrar lentamente e sofra com feridas enormes até perder a consciência e morrer no seu próprio sangue. Finalmente estes heróis da ilha, agora são adultos racionais e direitos, já demonstraram sua maturidade." (Email recebido)
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Inicio o meu blog começando por falar de um problema que me preocupa muito e que para a maior parte das pessoas pode não ser relevante.
Falo do abandono de animais domésticos, problema que nesta altura do ano tem tendência a aumentar.
Os donos querem ir de férias e não ter responsabilidades então largam os pobres dos animais, cães, gatos, aves, todo o tipo de animais domésticos em sitios muitas vezes perigosos e que poem em risco a vida do animal, como as bordas das estradas, lixeiras, casas abandonadas, florestas, pedreiras. Enfim, sitios onde estes seres não têm oportunidade de se salvar.
Já para não falar de alguns circos que chegam a abandonar tigres, leões, o que representa um grande perigo público.
Mas felizmente existem associações como a ABRA que se encarrega sempre de tentar salvar os animais domésticos abandonados, oferecendo-lhes comida e condições temporarias para a sua sobrevivência. Mas também necessitam de apoio, necessitam que as pessoas também adoptem os animais e sejam amigos deles e que não os voltem a abandonar. Se as pessoas não adoptam estes animais, estes animais dão entrada num canil, e aí nós já sabemos o que acontece.
Mas também existem os hoteis para cães, onde podem ficar durante as férias e prestam grandiosos serviços e cuidam bem dos nossos animais domésticos.
Os animais são como as pessoas, necessitam de carinho, de amor e de se sentirem seguros, entre muitas outras coisas. Então o que eu acho é que as pessoas que abandonam animais deviam pensar melhor antes de agirem pois os animais domésticos são seres vivos e muitas vezes são os nossos maiores amigos por nos acompanharem e quando nós precisarmos de um pouco de atenção eles estarão lá.
Falo do abandono de animais domésticos, problema que nesta altura do ano tem tendência a aumentar.
Os donos querem ir de férias e não ter responsabilidades então largam os pobres dos animais, cães, gatos, aves, todo o tipo de animais domésticos em sitios muitas vezes perigosos e que poem em risco a vida do animal, como as bordas das estradas, lixeiras, casas abandonadas, florestas, pedreiras. Enfim, sitios onde estes seres não têm oportunidade de se salvar.
Já para não falar de alguns circos que chegam a abandonar tigres, leões, o que representa um grande perigo público.
Mas felizmente existem associações como a ABRA que se encarrega sempre de tentar salvar os animais domésticos abandonados, oferecendo-lhes comida e condições temporarias para a sua sobrevivência. Mas também necessitam de apoio, necessitam que as pessoas também adoptem os animais e sejam amigos deles e que não os voltem a abandonar. Se as pessoas não adoptam estes animais, estes animais dão entrada num canil, e aí nós já sabemos o que acontece.
Mas também existem os hoteis para cães, onde podem ficar durante as férias e prestam grandiosos serviços e cuidam bem dos nossos animais domésticos.
Os animais são como as pessoas, necessitam de carinho, de amor e de se sentirem seguros, entre muitas outras coisas. Então o que eu acho é que as pessoas que abandonam animais deviam pensar melhor antes de agirem pois os animais domésticos são seres vivos e muitas vezes são os nossos maiores amigos por nos acompanharem e quando nós precisarmos de um pouco de atenção eles estarão lá.
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